terça-feira, 28 de abril de 2026

A dor do Brasil

 


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“Há dores que não podem mais ser ignoradas…”

Há dias em que olhar para o Brasil dói.

Dói ver o certo sendo tratado como errado,
e o errado vestido de glamour, aplaudido, defendido, incentivado.
Dói ver a verdade cochichando num canto
enquanto a mentira sobe em palcos iluminados.

Dói perceber que, enquanto uns planejam há décadas,
outros só acordam quando o estrago já foi feito.
Dói ver o trabalhador honesto sendo humilhado,
o corrupto sendo protegido
e o criminoso sendo transformado em vítima de um sistema que ele mesmo alimenta.

Dói ver um povo enorme, rico em terra, talento e alma,
ser intencionalmente empobrecido, emburrecido, entretido, distraído.
Dói ver a educação sendo desmontada tijolo por tijolo,
a família sendo relativizada,
a fé sendo ridicularizada,
a consciência sendo sequestrada.

Dói ver homens e mulheres de bem,
trabalhadores, pais, mães, avós,
olhando ao redor com um nó na garganta e pensando:
“Em que momento tudo virou isso?”

Dói ver quem ama a verdade ser chamado de intolerante,
quem defende a vida ser acusado de atraso,
quem preza pela liberdade ser tachado de radical.

Dói ver o Brasil sendo usado, negociado, trocado, vendido em mesas onde o povo não se senta.
Dói ver o jogo sujo de quem comanda,
enquanto quem paga a conta é sempre quem está na base.

Mas há algo que dói mais do que tudo isso:
o silêncio dos bons.

O silêncio de quem enxerga, mas se cala.
De quem discorda, mas se omite.
De quem se indigna, mas prefere se preservar.
De quem ora em segredo, mas nunca se posiciona.
De quem tem influência, mas escolhe não usar.
De quem poderia formar consciência, mas prefere entreter.

O Brasil não ficou assim de um dia para o outro.
Planos foram traçados.
Narrativas foram construídas.
Palavras foram invertidas.
Valores foram trocados.
O erro foi pintado de cor bonita,
e o acerto foi ridicularizado como ingenuidade.

E nós… fomos sendo empurrados para o canto.

Entre o cansaço e o medo.
Entre a impotência e a indignação.
Entre o “não aguento mais” e o “não sei o que fazer”.

Este livro nasce desse lugar:
do grito engasgado de quem ama o país,
de quem sabe que não é perfeito,
mas não aceita ser cúmplice.

Nasce da pergunta que ecoa, incômoda, insistente:

Se não nós, quem?
Se não agora, quando?

E da frase que corta como espada:

“O que me preocupa não é o grito dos maus,
mas o silêncio dos bons.”

Este não é um livro neutro.
É um livro íntegro.
Não foi escrito para agradar a todos —
foi escrito para acordar alguns.

Ele não vem para alimentar ódio.
Vem para despertar consciência.
Não vem para produzir mais guerra.
Vem para lembrar que equilíbrio não é covardia:
é maturidade.

Que Deus nos dê coragem para falar,
sabedoria para discernir,
amor para não desumanizar,
e firmeza para permanecer de pé
enquanto tantos escolhem se curvar.

Se este desabafo bateu em alguma parte sua que ainda sente,
então você está no lugar certo.

Respire fundo.
Você não está só.
E esta leitura é, também, um chamado.

Por Damaris Lisboa

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quinta-feira, 23 de abril de 2026

Equilibrio em Meio ao Caos

 

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Vivemos em uma era de extremos.

Opiniões se tornaram armas.
Relacionamentos foram abalados.
E a verdade, muitas vezes, é substituída por narrativas que dividem mais do que esclarecem.

Em meio a esse cenário, surge uma pergunta inevitável:

É possível viver com equilíbrio em um mundo dominado pela polarização?

Em Equilíbrio em Meio ao Caos, Damaris Lisboa conduz o leitor por uma jornada profunda de reflexão sobre fé, consciência, sociedade e responsabilidade.

Com uma abordagem que une espiritualidade, psicologia e realidade social, este livro revela:

  • como os extremos capturam a mente e moldam comportamentos
  • o poder das narrativas na formação de opiniões
  • por que pessoas boas acabam defendendo injustiças
  • o papel da fé cristã em tempos de confusão
  • e como desenvolver discernimento em meio ao barulho do mundo

Mais do que um livro sobre política ou sociedade, esta obra é um chamado à consciência.

Ao longo da leitura, o leitor é conduzido por parábolas, reflexões profundas e um combate prático de 30 dias — uma jornada que convida à transformação pessoal e ao resgate do equilíbrio interior.

Porque, em tempos de extremos, manter a lucidez não é apenas uma escolha…

é um ato de coragem.
“Se não nós, quem? Se não agora, quando?”

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Por Damaris Lisboa


A vida que você sonha começa com a decisão que você toma hoje

Todos nós já olhamos para a própria vida e pensamos: "Se eu pudesse voltar no tempo, faria tudo diferente." Mas a verdade é que De...

Meu Corpo, Minha Casa

Meu Corpo, Minha Casa
Meu Corpo, Minha Casa não é apenas um livro. É um retorno. Um reencontro. Um chamado. Durante muito tempo, muitas mulheres aprenderam a habitar o próprio corpo com culpa, silêncio ou exigência excessiva. Esquecemos que o corpo não é um problema a ser corrigido, mas uma casa a ser cuidada — com amor, respeito e presença. Neste livro, convido você a olhar para si mesma à luz da Palavra, da psicologia e da espiritualidade, entendendo o corpo como templo do Espírito Santo, morada da sua história, das suas dores, das suas fases e também das suas curas. Aqui falamos de autoestima sem vaidade, de cuidado sem culpa, de fé aplicada à vida real. Falamos das marcas que ficaram, das fases que mudaram, do corpo que sente, cansa, sangra, gera, amadurece… e continua sendo sagrado. Porque quando a mulher aprende a cuidar da sua casa interior, ela não apenas se fortalece — ela floresce. 📖 Meu Corpo, Minha Casa Um convite para viver em paz com quem você é. E com Quem habita em você. — Damaris Lisboa